Home Data de criação : 10/01/10 Última atualização : 10/03/17 17:52 / 37 Artigos publicados

bem vindo (a)  escrito em domingo 10 janeiro 2010 02:02

esse blog para todos gosta do playstation 2 ,e quer ter

aqui vx vai ver truques e dicas  para jogar os jogos do playstation 2 .

 

god of war foi lançado em 22 de Março de 2005 Kratos entrou para a galeria dos heróis dos videogames, protagonizando uma aventura refinada e de equilíbrio primoroso, agradando tanto jogadores novatos como os mais experientes.

 

aqui vooçe vai ver  varias coisa  sobre esse jogos , que pegou a moda do jogos de açao do playstation 2 ,  si diverti com o  mundo do jogos do Playstation 2  valew

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primeiro video game da historia  escrito em terça 23 fevereiro 2010 22:33

Primeiro videogame da história, Odyssey faz 35 anos

  Em meados de maio de 1972, a Magnavox lançou o Odyssey, o primeiro console de videogame da história. O aparelho foi inventado por Ralph Baer e vários de seus preceitos foram seguidos por todos os videogames.

A máquina foi concebida originalmente em 1951, segundo Baer, mas foi só em 1966 que colocou no papel para produzir a sua idéia. Com um projeto de quatro páginas, desenhou um aparelho que seria conectado a uma TV. O aparelho independente de uma tela parece óbvio hoje, mas na época os sistemas computacionais eram atrelados a monitores especiais, muito mais caros.

Como a ajuda de Bill Rusch e do técnico Bill Harrison, Baer desenvolveu um jogo simples de tênis, que teria inspirado Nolan Bushnell, fundador da Atari, a criar "Pong", um dos jogos eletrônicos de sucesso da história.

Em 1967, foi desenvolvido um protótipo para um controle em forma de pistola. Com o desenvolvimento, em 1968, chegou-se ao Brown Box, um console com controles externos e com capacidade para dez jogos que foi patenteado.

Então, Baer passou 1969 mostrando seu projeto para grandes empresas de televisão, como a General Electric e a Zenith. Quem mostrou interesse foi a Magnavox, que se tornou a distribuidora exclusiva da tecnologia do Brown Box. Entre 1970 e 1972, Baer e a companhia trabalharam para desenvolver o que seria o Odyssey, lançado em meados de maio de 1972 por US$ 100 (US$ 480 se corrigidos com a inflação do período).

O console foi lançado com dois controles, e seis chips "contendo" 12 jogos (na verdade, esses "cartuchos" eram apenas conectores de circuitos, pois toda programação dos 12 jogos estavam dentro do console). No entanto, o conceito de mídias removíveis (que evoluiu do cartucho para os discos e hoje aponta para a distribuição digital) foi introduzido com o Odyssey.

O controle era rudimentar, uma caixa alongada com duas maçanetas em cada ponta (do lado esquerdo havia uma terceira maçaneta, menor) e um botão para reset. Cada uma delas controlava as coordenadas (horizontal e vertical). A menor era usada dar efeitos nos jogos de tênis.

Os doze jogos eram "Table Tennis", "Tennis", "Hockey", "Cat and Mouse", "Football", "Ski", "States", "Roulette", "Haunted House", "Analogic", "Simon Says" e "Submarine". Com exceção do primeiro, todos utilizavam um filme para colocar na TV - o de "Hounted House", por exemplo, era uma casa não muito hospitaleira - para compensar a pouca resolução das imagens. Outros jogos eram jogados em conjunto com tabuleiros e os placares eram anotados em papel ou nos marcadores mecânicos.

Os consumidores se interessaram pelo novo produto, mas erros de marketing trouxeram problemas imediatos. Pelo fato de o Odyssey ser vendidos em lojas da Magnavox e demonstrado ligado a TV dessa marca, havia a percepcão errônea de que o console funcionava somente com televisores da Magnavox. Sem os rápidos métodos de comunicação que se dispõe hoje, a companhia não conseguiu sanar o erro. Mesmo abaixando o preço para US$ 75, as vendas não subiram e, no final, o Odyssey vendeu 100 mil unidades.

A empresa não desistiu do ramo, lançando na seqüência um console com um jogo de tênis na memória, pegando carona no fenômeno "Pong", que foi lançado em novembro de 1972. Em 1978, lançou o Odyssey 2, que trazia um teclado, mas foi engolido pelo Atari 2600, saído um ano antes. No Brasil, o videogame foi comecializado pela Philips.

Um fato curioso é que o Odyssey foi distribuído no Japão pela Nintendo em 1975. Na época, a companhia ainda trabalhava com brinquedos tradicionais e só em 1977 viria a fazer seu primeiro produto em videogames, o Color TV Game.

Baer foi agraciado com a Medalha Nacional de Tecnologia nos EUA, em 13 de fevereiro de 2006, por sua "criação pioneira e revolucionária, e desenvolvimento e comercialização dos videogames". No mesmo ano, doou os protótipo e as docuientações referentes ao Odyssey para o museu Smithsonian. Ralph Baer, 85, é membro vitalício da IEEE, organização que visa a evolução das tecnologias elétricas. Um dos mais famosos formatos da entidade é a 802.11, que define os padrões para redes sem fio.

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os 36 melhores jogos do ps2  escrito em terça 12 janeiro 2010 22:26

Veja a lista com os 36 melhores jogos do Playstation 2 para jogar, os obrigatórios para conhecer e jogar. Não perca os 36 top games de PS2! A Gamerpro elaborou uma lista com os 36 melhores jogos de Playstation 2. São os jogos imperdíveis de conhecer, jogar e ter detonado no seu PS2. O Playstation e qualquer vídeo game é feito primordialmente por seus jogos – e o Playstation 2 tem muitos e muitos excelentes jogos. Lista dos 36 melhores jogos de PS2 Playstation 2 O Playstation 2 é um excelente centro de diversão, e será ainda melhor para quem jogar esses jogos, pois esses jogos valem muito e vão dar muitas horas de diversão. 36 melhores jogos de PS2 – Top games de Playstation 2 para jogar

36 Psi-Ops: The Mindgate Conspiracy

35 – Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King

34 – The Thing

33 – Fight Night Round 3

32 – SSX 3

31 – Escape from the Monkey Island

30 – Marvel vs. Capcom 2

29 – Socom II: U.S. Navy Seals

28 – Black

27 – We love Katamari

26 – Lego Star Wars Trilogy

25 – Onimusha Warlords

24 – TimeSplitters: Future Perfect

23 – Silent Hill 2

22 – Bully

21 – Burnout 3: Takedown

20 – Twisted Metal Black

19 – Devil May Cry

18 – Tekken 5

17 – Jak and Daxter: Precursos Legacy

16 – Ratchet & Clank: Up your Arsenal

15 – Kingdom Hearts II

14 – Guitar Hero II

13 – Ico

12 – Prince of persia: Sands of time

11 – Hitman Blood Money

10 – Gran Turismo 4

9 – Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty

8 – Metal Gear Solid 3: Snake Eater

7 – God of War

6 – Final Fantasy XII

5 – Okami

4 – Grand Theft Auto: Vice City

3 – Shadow of the Colossus

2 – Resident Evil 4

1 – God of War 2

Essa lista, apesar de propiciar boas horas de diversão, ela não é muito perfeita. Primeiro pois parece um pouco de puxação de saco para a Sony, pois o GTA é diferente um do outro, mas foram classificados igualmente. Além disso, faltou Winning Eleven e Pro Evolution Soccer, um jogo que, apesar de feijão com arroz, propicia horas de diversão no Playstation 2. Mas essa lista vale perfeitamente como os 36 melhores jogos de PS2, pois contém muitas horas de diversão e muitos dos jogos que marcaram o Playstation 2 como o grande console que ainda é.

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a historia do god of war  (playstation 2 jogos) escrito em sexta 19 fevereiro 2010 00:45

God of War

God of War é um jogo de ação em terceira pessoa focado no combate através armas mitológicas e poderes extraordinários. Contando com as temidas Blades of Chaos, presente do próprio deus da guerra, Kratos deve enfrentar criaturas mitológicas incríveis e puzzles de quebrar a cabeça para se livrar de pesadelos relacionados a um fato trágico de seu passado, que vem o assombrando há anos.

Entre os recursos do protagonista para sobreviver em meio ao caos instalado na cidade de Atenas estão poderes especiais concedidos pelos deuses, como a habilidade de transformar inimigos em pedras (o poder da medusa, presente da deusa Hera), os raios de Zeus ou campo elétrico de Poseidon. Contudo, o coringa de Kratos são as já mencionadas Blades of Chaos, que consistem em 2 espadas acopladas a correntes, e estas, por sua vez, atadas aos braços do espartano.

O jogo foi bastante aclamado pela crítica por conta de seu visual magnífico. Seus gráficos superam as espectativas de seu console e seu lado artístico é bastante fiel à Grécia antiga e sua mitologia. Estes atributos, juntamente com o enredo fascinante, fazem deste título essencial aos donos de Playstation 2.

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a historia do resident evil 4  (playstation 2 jogos) escrito em segunda 22 fevereiro 2010 23:17

Certas coisas têm que existir para sempre em um Resident Evil, mas fora uma ou outra erva medicinal, um medalhão que abre uma passagem secreta, chaves e fechaduras em forma de pedras preciosas, e os célebres diálogos de filme B, não há muito em Resident Evil 4 que faça lembrar os episódios anteriores da série.

Este é um survival-horror totalmente novo, sem zumbis, sem o desengonçado controle dos antigos episódios e com ênfase na ação. Para quem já estava cansado, ou mesmo quem nunca gostou da série, esta é a oportunidade perfeita de experimentar o horror em sua forma mais accessível e amadurecida. A não ser que você tenha total aversão a tiros e ação, não há como não amar Resident Evil 4.

Terror no campo

Em Resident Evil 4 reencontramos Leon Kennedy, o jovem tira que havia debutado como protagonista em Resident Evil 2, e que, depois de assistir ao fim da Umbrella Corporation e o Vírus-T, oferece seus serviços ao governo americano.

Com a missão de resgatar a filha seqüestrada do presidente dos Estados Unidos, Leon vai parar em um remoto vilarejo europeu, provavelmente em algum lugar da Espanha (o jogo nunca deixa claro). Assistimos a ação por uma câmera original, um pouco acima dos ombros do protagonista, quase como uma visão em primeira pessoa, mas com Leon sempre presente no canto esquerdo da tela. O nevoeiro é intenso, as árvores secas e as folhas no chão dão uma coloração amarronzada ao cenário e, apesar do frio na espinha, o lugar é uma das ¿renderizações¿ mais bonitas já vistas em um jogo.

O primeiro contato com os nativos revela um fenômeno típico do campo: os habitantes da vila parecem frutos de cruzamentos entre co-sangüíneos ¿ ou, pelo menos, é o que a repetição de modelos 3D faz parecer. Mas a noção de que se trata daquela gente de fala mansa, com um pedaço de capim na boca e, às vezes, de carinho excessivo para com os animais, termina quando vemos o primeiro machado voando em nossa direção, num claro sinal de que não somos bem vindos ali.

Os aldeões de Resident Evil 4 são maus, infinitamente piores que os zumbis de outrora, ainda mais terríveis que a enfermeira de Silent Hill. Pra começar eles são rápidos e ágeis, capazes de subir em escadas, entrar pelas janelas e se esquivarem de golpes mais óbvios. Um deles usa uma moto-serra e um capuz que lembra Jason nos tempos de Sexta Feira 13 parte 1. Mulheres, velhos, qualquer um -- eles te atacam sem dó e ainda soltam impropérios do tipo ¿Vou fazer picadinho¿ e ¿Atrás de você, imbecil¿, em claro Espanhol, muito efetivo também para brasileiros.

O jogo tem a classificação ¿Mature¿ nos EUA, só para maiores. A violência é explícita e bastante realista. Definitivamente, não é entretenimento para a família. Isto fica claro já no começo, quando usamos a pistola para, literalmente, explodir os miolos de um aldeão. Em questão de minutos já temos acesso a uma escopeta que faz estragos ainda maiores e que serve para sedimentar a impressão inicial de que este será um ¿survival-horror¿ de muito tiroteio, para chutar traseiros mesmo.

Os inimigos agora recebem danos localizados, então um tiro no joelho serve para fazer-lhes cair e dar tempo para escaparmos ou mirarmos, estrategicamente, na cabeça. Não tão raro, um disparo na cabeça pode fazer o chapéu voar ou fazer com que seu algoz leve as mãos ao rosto. A mira é feita de uma forma bastante intuitiva e amigável. Com o botão R pressionado, o stick analógico serve para movimentar a arma e posicionar um providencial laser que indica com precisão onde será o tiro.

Embora o controle ainda mantenha o estilo ¿tanque¿ dos outros jogos da série, ele está bem mais eficiente e agradável. Há quem vá sentir falta de um ¿strafe¿ para fazer Leon andar para os lados como nos jogos de tiro em primeira pessoa (o que é útil, mas um pouco irreal) ou de poder atirar enquanto anda, mas ainda assim é um sistema de controle excelente e que se encaixa perfeitamente no estilo de ação do jogo. Tão bom, de fato, que fica difícil não passar alguns bons minutos se dedicando aos mini-games de tiro ao alvo encontrados perto de alguns ¿check-points¿ e como desbloqueáveis no final do jogo.

Leon vai a guerra

Enquanto os antigos jogos da série tinham as situações de suspense como ponto de partida e uma jogabilidade cadenciada, com muita resolução de puzzles e freqüentes idas e voltas pelo cenário, a opção da Capcom em Resident Evil 4 foi por uma experiência mais linear e intensa, evitando sempre os momentos de frustração.

A ação é incessante e extremamente prazerosa. Resident Evil 4 está mais para um genocídio conduzido pelo jogador que um horror de sobrevivência. Os pobres aldeões, suas criaturas de estimação como as aberrações chamadas, sugestivamente, de ¿El Gigante¿ e ¿Del Lago¿ e, mais tarde, os membros de uma seita mal intencionada, são boas cobaias para o jogador testar um arsenal que varia das mais simples pistolas a granadas e armas pesadas como um lançador de minas. No final das mais ou menos vinte horas de jogo, um relatório mostrará que você dizimou meia Espanha nesta brincadeira, apontando também estatísticas como precisão dos disparos e número de vezes que você morreu.

Existem momentos de puro terror ainda, mas em alguns, Resident Evil 4 lembra Metal Gear Solid 3. Em um certo estágio, a ação quase desanda totalmente para o lado do Rambo ¿ ao ponto de enfrentarmos aldeões que usam boinas de soldado. A história é um maluco amálgama de clichês de ação e de filmes de horror que, embora ridículo por um lado, é perfeito quando se trata de um jogo, ainda mais de um Resident Evil, que sempre se caracterizou pela canastrice explícita. Como um elemento de RPG, a Capcom incluiu um misterioso vendedor de itens, que aparece nos lugares mais inusitados do jogo. Por ele, podemos comprar novas armas e dar upgrades nas que já temos, aumentando seu poder de fogo, velocidade de disparo e de carregamento, e a capacidade de armazenamento da munição. Poder incrementar gradativamente nosso arsenal e fazer ainda estragos nos inimigos é um grande barato, e uma idéia que todo jogo de ação deveria seguir daqui pra frente.

O progresso ainda é salvo nas máquinas de escrever, mas não há mais necessidade de usar as fitas de tinta que ocupavam espaço no inventário e limitavam o número de vezes que se podia gravar. A distribuição desses pontos de ¿save¿ pelo cenário é muito bem feita, e o jogo ainda cria ¿check points¿ automaticamente antes de momentos onde o jogador pode se complicar. Outro item remanescente dos episódios anteriores é o inventário, limitado, mas que consegue comportar itens suficientes para não obrigar o jogador a ficar descartando seus pertences a todo instante.

Que gráficos, cabrón!

Visualmente, o jogo é um espetáculo, tanto tecnicamente como artisticamente. Resident Evil Remake, do Cube, parece um jogo de Nintendo 64 em comparação.

Os confrontos com os ¿chefes¿, especialmente, são momentos que rivalizam seqüências não interativas em termos gráficos. Para falar de apenas um, El Gigante -- que, pode acreditar, é realmente grande ¿ baba intensamente, pisoteia os aldeões, arranca árvores do cenário e destrói as cabanas ao redor com elas. É ver para crer.

Um detalhe, que ajuda a entender como a Capcom conseguiu um visual deste nível, é que o jogo roda com barras pretas em cima e em baixo da tela, simulando um formato widescreen, mesmo em TVs comuns. Menos tela significa menor quantidade de objetos para mostrar na tela e, consequentemente, um alívio para os processadores do console. É um sacrifício no tamanho da imagem, recompensado com um jogo mais ambicioso, visualmente. Quem tiver TV widescreen com opção de zoom pode espichar a imagem para a tela toda, mesmo que artificialmente. Apesar de perder um pouco de definição, o resultado é até muito bom.

O Veredicto: Resident Evil 4 não apenas reinventa a série com algumas mudanças radicais, como também estabelece um novo paradigma de qualidade para jogos de ação e terror. O visual impressionante, a ação deliciosa e o nível geral da produção renderam o melhor jogo do Gamecube e até agora e, por que não dizer, um dos melhores de todos os tempos.

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